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Dividindo Mel


10 de janeiro de 2012






  Título: Dividindo Mel
  Editora: Draco
  Ano: 2011
  Páginas: 200
  Autor: Iris Figueiredo
  
  Saraiva | TravessaCultura








Mel tem 19 anos e já namorou com alguns caras que terminaram com ela da pior maneira possível. Após o último rompimento ela jurou para Rebeca, sua melhor amiga, que daria um tempo de meninos. Claro que ela nunca conseguiu cumprir essa promessa e dessa vez não foi diferente, pois no dia seguinte ela conheceu Ricardo. Um cara lindo, advogado e que demonstra o mesmo interesse por ela. E pra completar, alguns dias depois Mateus, seu melhor amigo desde a infância, volta à cidade depois de um longo período estudando medicina numa cidade do interior. Agora a já confusa Mel vai se ver dividida e é você que vai se divertir com essa confusão.

Isso de que a Mel se vê divida por dois caras só aparece mais à frente no livro, mas como está na sinopse oficial (e na imagem da contracapa) achei que valia a pena mencionar na resenha.

Eu comprei esse livro no dia do lançamento aqui no RJ e essa capa cor-de-rosa estava flertando comigo desde então. No último domingo achei por bem dar uma folheada no livro e não consegui soltar. Já tinha lido o primeiro capítulo há uns dois anos quando a Iris começou a escrevê-lo, mas ela mudou algumas coisas. Não estou no melhor ânimo para leitura e me impressionei porque li esse "de uma sentada". Mel é uma personagem divertida, mas pra variar, me identifiquei mais com Rebeca que é a melhor amiga (90% das vezes me identifico com a melhor amiga).  Confesso que fiquei chateada com a Mel em determinado momento próximo ao fim do livro, mas acabei "perdoando-a" depois. Os mocinhos do livro são do tipo perfeito que, infelizmente, não existem na vida real (dizem que existe, mas assim como Papai Noel, tem uns que fingem ser, mas o de verdade mesmo ninguém nunca viu).

Apesar de ser o livro de estreia da Iris (ela já tinha lançado um conto na coletânea "Meu amor é um anjo", mas não é a mesma coisa), ela soube desenvolver bem os personagens e levar bem a narrativa. Juro que se não soubesse, nem iria desconfiar que era seu primeiro livro. A única coisa que tenho a reclamar é do excesso de erros na revisão, alguns erros de digitação e diversos de concordância, mas nada que não possa ser consertado numa próxima edição.

E que venham muitos outros livros de Iris Figueiredo.


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