Eu confesso que não tinha muita vontade de ler esse livro, mas fiquei curiosa quando a Lívia me disse que ele era escrito em forma de cartas desde a infância dos personagens até muitos anos depois. Já tinha lido um livro da Meg Cabot nesse formato, mas nada se compara a forma como Cecelia Ahern consegue mexer com nossos sentimentos.
Rosie e Alex vivem na irlanda e são vizinhos-melhores-amigos na infância e adolescência até que o pai do menino recebe uma proposta de emprego em Boston e eles são obrigados a se afastar. Mesmo apesar da distância a amizade permanece e eles continuam trocando cartas/cartões/e-mails durante muitos anos. Eles sabem o que sentem um pelo outro desde a época em que viviam juntos, mas quantos obstáculos aparecerão até que eles possam finalmente falar a verdade um para o outro?
Então, esse é mais um daqueles livros que me fizeram ficar pensando somente: POR QUE VOCÊS NÃO FALAM LOGO O QUE SENTEM? Sabe quando um livro poderia ter 20 páginas e tem 400 só porque os personagens não falam logo o que tem que falar? Pois é. Isso é uma das coisas que mais me irrita e não só na ficção. Eu não sei sentir algo por uma pessoa e não fazer nada sobre isso e é por esse motivo que esse tipo de coisa me irrita tanto. A autora coloca diversos obstáculos no caminho do casal, mas acho que perto do final ela queria só prolongar o livro, pois começaram a aparecer coisas totalmente transponíveis, mas que mais uma vez atrapalharam tudo.
Apesar do incômodo citado acima, o livro é bem escrito e eu realmente não consegui parar de ler até chegar no final. A coisa aqui não é querer saber o que vai acontecer e sim quando. Acho que pra quem nunca aprendeu isso com a vida (como eu aprendi), o livro serve de puxão de orelha pra mostrar que ignorar um sentimento não faz com que ele suma, nem torna sua vida melhor. E só te faz viver 380 páginas à toa.
Título: Onde Terminam os Arco-Íris
Editora: Relume-Dumará
Ano: 2006
Páginas: 384
Autora: Cecelia Ahern
Travessa
Rosie e Alex vivem na irlanda e são vizinhos-melhores-amigos na infância e adolescência até que o pai do menino recebe uma proposta de emprego em Boston e eles são obrigados a se afastar. Mesmo apesar da distância a amizade permanece e eles continuam trocando cartas/cartões/e-mails durante muitos anos. Eles sabem o que sentem um pelo outro desde a época em que viviam juntos, mas quantos obstáculos aparecerão até que eles possam finalmente falar a verdade um para o outro?
Então, esse é mais um daqueles livros que me fizeram ficar pensando somente: POR QUE VOCÊS NÃO FALAM LOGO O QUE SENTEM? Sabe quando um livro poderia ter 20 páginas e tem 400 só porque os personagens não falam logo o que tem que falar? Pois é. Isso é uma das coisas que mais me irrita e não só na ficção. Eu não sei sentir algo por uma pessoa e não fazer nada sobre isso e é por esse motivo que esse tipo de coisa me irrita tanto. A autora coloca diversos obstáculos no caminho do casal, mas acho que perto do final ela queria só prolongar o livro, pois começaram a aparecer coisas totalmente transponíveis, mas que mais uma vez atrapalharam tudo.
Apesar do incômodo citado acima, o livro é bem escrito e eu realmente não consegui parar de ler até chegar no final. A coisa aqui não é querer saber o que vai acontecer e sim quando. Acho que pra quem nunca aprendeu isso com a vida (como eu aprendi), o livro serve de puxão de orelha pra mostrar que ignorar um sentimento não faz com que ele suma, nem torna sua vida melhor. E só te faz viver 380 páginas à toa.
É proibida a reprodução total ou parcial deste artigo sem prévia autorização da autora.

Editora: Relume-Dumará
Ano: 2006
Páginas: 384
Autora: Cecelia Ahern
Travessa
ACESSOS: | ![]() |
11






  
  
  






