Nesta seção eu mostro as fotos e comento um pouco sobre os livros que recebi durante a semana. Para conferir outros posts dessa seção, clique aqui.
O que eu recebi - 16° Edição
30 de janeiro de 2012
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Cibele Ramos
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Resultado do sorteio "Com Louvor"
29 de janeiro de 2012
Hoje na hora do sorteio vi que a maioria das pessoas está errando na hora de preencher o "nome de seguidor". Eu peço pra preencher esse campo porque eu consigo baixar uma planilha com o nome de todos os seguidores, então eu sorteio e vejo se o nome informado está na planilha. Portanto, se preencher errado, eu não encontro, assumo que a pessoa não seguiu e sorteio de novo. Mais atenção no preenchimento pra não perder o livro de bobeira.
E no final das contas a vencedora é:
Parabéns!! Vou enviar um e-mail pra você que tem até 48 horas para responder com seus dados. Caso não haja resposta o sorteio será refeito.
A partir de quarta-feira começam as promoções de 2 anos do blog. Vem MUITA coisa boa por aí. Pra não perder nada você pode seguir o @euleioeuconto no Twitter ou curtir a Fanpage ou dar um +1 no Google+ ;)
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Cibele Ramos
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|Lançamentos| Editora iD 2012
28 de janeiro de 2012
Os que eu mais quero dessa lista são "What Happened to Goodbye" e "Stolen". E vocês?
Assim que as capas, títulos nacionais e datas de lançamento forem sendo divulgados eu aviso ;)
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Cibele Ramos
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|LISTA| Não é você, sou eu!
26 de janeiro de 2012
No último post do ano passado, eu disse que em 2011 não abandonei nem um livro definitivamente, mas abandonei VÁRIOS temporariamente. Então vou falar sobre o top 5 dos que abandonei (top 5 de abandono? Vai entender...)
Do que se trata: (não lembro os nomes dos personagens) A mulher do protagonista foi assassinada e ele é o principal suspeito, embora não existam provas decisivas. Um belo dia ele acorda com um par de chifres que ele vê, sente, mas ninguém mais percebe só que todos que ele encontra começam a falar a verdade e a obedecer todas as suas ordens. Com isso ele vai acabar descobrindo o assassino da mulher.
Apostas para o final: Depois de descobrir o assassino ele mesmo vai se vingar e não vai ser nada bonito.
Esse livro eu queria ler desde que lançou e vibrei quando o meu finalmente chegou. Um tempo depois eu comecei a ler e OMFG que livro incrível. "O que será que vai acontecer?", aí eu parei de ler pra atender o telefone/tomar banho/comer alguma coisa/sei lá e nunca mais voltei a ler.
Mas por que abandonou? Sem razão aparente.
O pacto - Joe Hill
Saraiva | Travessa | Submarino | Cultura | Outra Lojas
Do que se trata: (não lembro os nomes dos personagens) A mulher do protagonista foi assassinada e ele é o principal suspeito, embora não existam provas decisivas. Um belo dia ele acorda com um par de chifres que ele vê, sente, mas ninguém mais percebe só que todos que ele encontra começam a falar a verdade e a obedecer todas as suas ordens. Com isso ele vai acabar descobrindo o assassino da mulher.
Apostas para o final: Depois de descobrir o assassino ele mesmo vai se vingar e não vai ser nada bonito.
Esse livro eu queria ler desde que lançou e vibrei quando o meu finalmente chegou. Um tempo depois eu comecei a ler e OMFG que livro incrível. "O que será que vai acontecer?", aí eu parei de ler pra atender o telefone/tomar banho/comer alguma coisa/sei lá e nunca mais voltei a ler.
Mas por que abandonou? Sem razão aparente.
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E Se Fosse Verdade...
23 de janeiro de 2012
Essa resenha faz parte do Booktour do Livros & Bolinhos.
Lauren é médica e sofre um acidente de carro em um dos seus poucos dias de folga. A princípio ela é dada como morta, mas logo o erro é desfeito e eles descobrem que a médica está em coma irreversível. Eles chamam a mãe de Lauren e tentam convencê-la a desligar os aparelhos para que os órgãos da filha possam salvar outras vidas. Enquanto isso, o espírito/alma/sei lá de Lauren consegue se separar do corpo e fica passeando pelo hospital e por sua antiga casa que é o mais longe onde ela consegue ir. Só que nesses passeios ela descobre que a casa foi alugada para um arquiteto chamado Arthur que é a única pessoa que consegue vê-la. A princípio, claro, ele não acredita na história de Lauren, mas depois ele percebe que é tudo verdade e a convivência faz com que eles se apaixonem um pelo outro. Só que os aparelhos de Lauren vão ser desligados em poucos dias e eles vão ficar separados pra sempre. E agora, como evitar que isso aconteça?
Eu vi o filme há alguns anos atrás e não era um dos meus preferidos, mas eu gostava. Mas depois de ler o livro eu fiquei completamente revoltada com o que fizeram com a adaptação. Como podem transformar uma linda história de amor em uma comédia com foco em "hahaha veja em quantas situações engraçadas você se mete pode falar com alguém invisível"? Revoltante. Mais ainda por saber que Steven Spielberg se apaixonou pelo livro e pagou 2 MILHÕES DE DÓLARES pelos direitos da obra.
Não sei como começar a explicar o quanto esse livro me tocou. Não sou a pessoa mais romântica e normalmente gosto de histórias de amor que poderiam acontecer na vida real, mas essa me tocou de um jeito que eu nem sei bem como dizer. Marc Levy conseguiu trazer um romance com personagens incríveis e um desfecho impressionante. Mesmo que as coisas sejam meio esquisitas (oi, ele está namorando uma pessoa invisível) fiquei torcendo o livro todo para que Lauren e Arthur pudessem dar um jeito de ficar juntos.
O final do livro só me fez gostar mais dele, passou bem longe do clichê e deixou um gostinho de quero mais(mas por favor, nem pense em escrever uma continuação. Deixa como está). Se você acredita em amores impossíveis, não pode deixar de conhecer "E se fosse verdade..."
UPDATE:
Os leitores lindos estão me avisando que esse livro tem continuação sim! É o "Encontrar você". Eu já tinha ouvido falar, mas nem lembrava. Desculpem o erro ;)
Título: E Se Fosse Verdade...
Editora: Bertrand
Ano: 2005*
Páginas: 256*
Autora: Marc Levy
Saraiva | Cultura | Outras Lojas
* Existe uma edição anterior do livro. Esses dados são da edição da foto.
Lauren é médica e sofre um acidente de carro em um dos seus poucos dias de folga. A princípio ela é dada como morta, mas logo o erro é desfeito e eles descobrem que a médica está em coma irreversível. Eles chamam a mãe de Lauren e tentam convencê-la a desligar os aparelhos para que os órgãos da filha possam salvar outras vidas. Enquanto isso, o espírito/alma/sei lá de Lauren consegue se separar do corpo e fica passeando pelo hospital e por sua antiga casa que é o mais longe onde ela consegue ir. Só que nesses passeios ela descobre que a casa foi alugada para um arquiteto chamado Arthur que é a única pessoa que consegue vê-la. A princípio, claro, ele não acredita na história de Lauren, mas depois ele percebe que é tudo verdade e a convivência faz com que eles se apaixonem um pelo outro. Só que os aparelhos de Lauren vão ser desligados em poucos dias e eles vão ficar separados pra sempre. E agora, como evitar que isso aconteça?
Eu vi o filme há alguns anos atrás e não era um dos meus preferidos, mas eu gostava. Mas depois de ler o livro eu fiquei completamente revoltada com o que fizeram com a adaptação. Como podem transformar uma linda história de amor em uma comédia com foco em "hahaha veja em quantas situações engraçadas você se mete pode falar com alguém invisível"? Revoltante. Mais ainda por saber que Steven Spielberg se apaixonou pelo livro e pagou 2 MILHÕES DE DÓLARES pelos direitos da obra.
Não sei como começar a explicar o quanto esse livro me tocou. Não sou a pessoa mais romântica e normalmente gosto de histórias de amor que poderiam acontecer na vida real, mas essa me tocou de um jeito que eu nem sei bem como dizer. Marc Levy conseguiu trazer um romance com personagens incríveis e um desfecho impressionante. Mesmo que as coisas sejam meio esquisitas (oi, ele está namorando uma pessoa invisível) fiquei torcendo o livro todo para que Lauren e Arthur pudessem dar um jeito de ficar juntos.
O final do livro só me fez gostar mais dele, passou bem longe do clichê e deixou um gostinho de quero mais
UPDATE:
Os leitores lindos estão me avisando que esse livro tem continuação sim! É o "Encontrar você". Eu já tinha ouvido falar, mas nem lembrava. Desculpem o erro ;)
É proibida a reprodução total ou parcial deste artigo sem prévia autorização da autora.

Editora: Bertrand
Ano: 2005*
Páginas: 256*
Autora: Marc Levy
Saraiva | Cultura | Outras Lojas
* Existe uma edição anterior do livro. Esses dados são da edição da foto.
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Cibele Ramos
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|Pilot| As Melhores Séries de TV
19 de janeiro de 2012
Como aparentemente vocês gostaram dessa seção, ela se tornará fixa. Para conferir os outros posts, clique aqui.
Já que estamos falando de série, segue o link do meu Orangotag.
Não sei por que, mas acho que os posts dessa seção podem ser um pouco polêmicos, mas aqui - como no resto do blog - estou dando apenas a minha opinião pessoal, mas todos tem o direito de concordar ou discordar. A área dos comentários está sempre aberta pra quem quiser opinar ;)
No post de hoje, vou falar sobre as melhores séries NA MINHA OPINIÃO. Deixando claro que eu assisto muitas outras séries, mas essas são top 5 mesmo, daquelas que eu não perco (perdia, enfim) um episódio.
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Cibele Ramos
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O que eu recebi - 15° Edição
16 de janeiro de 2012
Nesta seção eu mostro as fotos e comento um pouco sobre os livros que recebi durante a semana. Para conferir outros posts dessa seção, clique aqui.
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|Livros no cinema| Um Dia
12 de janeiro de 2012
Nesta seção eu comento a adaptação de alguns livros para o cinema. Mas somente se eu já tiver lido o livro e visto o filme pra apontar diferenças e semelhanças entre as obras. Para conferir outros posts dessa seção, clique aqui.
Para conferir a resenha do livro, clique aqui.
Depois de ler o livro eu fiquei tão tão tão ansiosa pelo filme! E acabou que a estreia foi adiada e quando estreou, foi só em cinemas bem distantes de casa, mas isso não me impediu e venho aqui contar minha opinião sobre a adaptação de um dos melhores livros que li ano passado.
Título Original: One Day
Gênero: Drama, Romance
Direção: Lone Scherfig
Direção: David Nicholls
Elenco:
Jim Sturgess (Dexter)
Anne Hathaway (Emma)
Patricia Clarkson (Alison Mayhew)
Rafe Spall (Ian)
País de Origem: Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte
Estreia no Brasil: 2 de Dezembro de 2011
Duração: 108 minutos
O filme, assim como o livro, conta a história de Dexter e Emma que após dormirem juntos depois da formatura da faculdade, passam os próximos 20 anos em idas e vindas na vida um do outro. No filme também é mostrado apenas o dia 15 de julho de cada ano e como essa data afetou o relacionamento dos dois ainda que eles não percebam.
Como eu disse, tinha lido o livro primeiro, então já sabia o que esperar. Já sabia que só veria um dia por ano então não me surpreendi. Mas adorei como tive a mesma sensação que tive ao ler o livro. Apesar de no filme ser tudo mais corrido, consegui conhecer o Dexter e sua relação com a família e como Emma amadureceu com o passar dos anos. Adorei ver que alguns diálogos foram mantidos e que as cenas mudadas foram poucas.O roteiro foi escrito pelo próprio David Nicholls (o autor do livro), o que poderia ter sido uma tragédia - mas não foi! - uma vez que eu sou testemunha de várias adaptações ruins cujo roteiro foi escrito pelo autor do livro que inspirou o filme. Fiquei muito feliz com a adaptação e acho que outros fãs também, mas acredito que possa ser bem confuso pra quem não leu o livro. O formato, essa coisa de mostrar só um dia por ano, pode ser bem chato pra quem está procurando só mais um filme de romance. Digo isso porque sei que a bilheteria do filme foi bem ruim lá fora e por isso estreou em pouquíssimas salas no Brasil, sendo que em algumas cidades nem entrou em exibição.
E quanto ao sotaque de Anne Hathaway (os personagens são ingleses, mas Anne é americana) ficou realmente ruim e certamente isso chateou o pessoal da Inglaterra. Tanto que as críticas do país foram muito duras, mas a mim não incomodou. Acho que não fosse por esse detalhe, ela seria a Emma perfeita. Ela entendeu a personagem e soube como dar vida e criar algo especial. Eu não tinha ficado animada com a escolha de Jim Sturgess para Dexter por não o achar suficientemente bonito para o papel, mas mudei de ideia depois das primeiras cenas. Ele foi ótimo e eu realmente não tenho do que reclamar. Adorei a fotografia, o figurino, a direção, tudo. Agora vou esperar ansiosa pelo lançamento do DVD e torcer para que venha com muitos extras.
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Dividindo Mel
10 de janeiro de 2012
Título: Dividindo Mel
Editora: Draco
Ano: 2011
Páginas: 200
Autor: Iris Figueiredo
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Saraiva | Travessa | Cultura
Mel tem 19 anos e já namorou com alguns caras que terminaram com ela da pior maneira possível. Após o último rompimento ela jurou para Rebeca, sua melhor amiga, que daria um tempo de meninos. Claro que ela nunca conseguiu cumprir essa promessa e dessa vez não foi diferente, pois no dia seguinte ela conheceu Ricardo. Um cara lindo, advogado e que demonstra o mesmo interesse por ela. E pra completar, alguns dias depois Mateus, seu melhor amigo desde a infância, volta à cidade depois de um longo período estudando medicina numa cidade do interior. Agora a já confusa Mel vai se ver dividida e é você que vai se divertir com essa confusão.
Isso de que a Mel se vê divida por dois caras só aparece mais à frente no livro, mas como está na sinopse oficial (e na imagem da contracapa) achei que valia a pena mencionar na resenha.
Eu comprei esse livro no dia do lançamento aqui no RJ e essa capa cor-de-rosa estava flertando comigo desde então. No último domingo achei por bem dar uma folheada no livro e não consegui soltar. Já tinha lido o primeiro capítulo há uns dois anos quando a Iris começou a escrevê-lo, mas ela mudou algumas coisas. Não estou no melhor ânimo para leitura e me impressionei porque li esse "de uma sentada". Mel é uma personagem divertida, mas pra variar, me identifiquei mais com Rebeca que é a melhor amiga (90% das vezes me identifico com a melhor amiga). Confesso que fiquei chateada com a Mel em determinado momento próximo ao fim do livro, mas acabei "perdoando-a" depois. Os mocinhos do livro são do tipo perfeito que, infelizmente, não existem na vida real (dizem que existe, mas assim como Papai Noel, tem uns que fingem ser, mas o de verdade mesmo ninguém nunca viu).
Apesar de ser o livro de estreia da Iris (ela já tinha lançado um conto na coletânea "Meu amor é um anjo", mas não é a mesma coisa), ela soube desenvolver bem os personagens e levar bem a narrativa. Juro que se não soubesse, nem iria desconfiar que era seu primeiro livro. A única coisa que tenho a reclamar é do excesso de erros na revisão, alguns erros de digitação e diversos de concordância, mas nada que não possa ser consertado numa próxima edição.
E que venham muitos outros livros de Iris Figueiredo.
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